Cena 1 – A submissa
“Na cama, nua, vendada e atada à cama, ela tem certeza que é observada. Pode senti-lo perto, guardando-a, mesmo sem ver. As cordas nos pulsos incomodam. Tanto quanto a nudez de estar ali tão exposta incomoda. Será que é ele realmente? Sem o tato e a visão, busca nos sentidos restantes uma identificação precisa. Impossível. Será mesmo o aroma dele? Existe uma só pessoa no quarto? Ainda assim, repleta de incertezas, ao perceber a aproximação, o quase toque daquelas mãos em seu corpo, a respiração próxima a excita. Os mamilos enrijecem, sente melar entre as pernas…”
Cena 2 – A Dominadora
“De pé ao seu lado ela observa. Amarrado à cama, ele, o escravo. Ela percebe a angústia crescente, debatendo-se na tentativa de não se entregar por completo. Completamente à mercê dos caprichos dela. Excitada ao observar os sinais de excitação do corpo dele exposto, arrepiando, buscando as raras informações disponíveis. Se não estivesse vendado poderia ver o sorriso nos lábios dela ao visualizar sua ereção iminente. Excitada com o que ainda está por vir…”





